Fim da escala 6 x 1: entenda o tortuoso caminho que a proposta
Trabalha seis dias na semana e tem apenas um dia de descanso — começou a tramitar na Câmara dos Deputados, em meio a fortes pressões a favor e contra a proposta.
Vandeiras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) meses antes da eleição de outubro, enquanto o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos/PB), anunciou a proposta como uma das prioridades do ano legislativo de 2026.
Fim da escala 6x1 pode ser votado em maio no plenário da Casa.
Constituição e Justiça (CCJ), responsável por analisar se a proposta está de acordo com a Constituição brasileira, e uma comissão especial, que debaterá mais a fundo os detalhes da proposta.
Resistência de alguns partidos e de lideranças empresariais, que vão tentar adiar a chegada da pauta no plenário.
Valdemar Costa Neto, e do União Brasil, Antonio Rueda, disseram que vão trabalhar junto a Motta para que a proposta fique emperrada na CCJ. A fala ocorreu durante evento com empresários em São Paulo na segunda-feira (23/2).
Forte apelo popular, será difícil evitar sua aprovação caso a matéria seja apreciada meses antes do pleito eleitoral, quando boa parte dos deputados e dos senadores tentarão renovar seus mandatos nas urnas.
Disse que o fim da escala 6x1 vai aumentar os custos de produção das empresas.
Olha para qualquer país desenvolvido, essa proposta é muito danosa para a economia e para o setor produtivo. E ela é posta de maneira eleitoral. Então, é muito claro que isso aí tem por finalidade colher dividendo eleitoral", afirmou, no mesmo evento, segundo o jornal Folha de S.Paulo.

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