Por que julgamento sobre vício em redes sociais ?
Sem precedentes a uma jovem que processou a Meta e o Google por seu vício em redes sociais durante a infância.
Nesta quarta-feira (25/3), o júri considerou que a Meta — dona do Facebook, Instagram e WhatsApp — e o Google criaram intencionalmente redes sociais viciantes que prejudicaram a saúde mental de uma jovem de 20 anos, chamada apenas de Kaley no processo.
Centenas de casos semelhantes que estão tramitando nos tribunais dos Estados Unidos.
Embora Kaley tenha sofrido em sua vida, seu uso do Instagram não causou nem contribuiu significativamente para esses problemas.
Cinco semanas, os jurados consideraram a Meta 70% responsável pelos problemas sofridos pela autora da ação, e o YouTube, responsável pelos 30% restantes.
Repetidamente que a empresa tomou medidas para proteger os usuários mais jovens.
Ação, apresentou diversos e-mails internos, mensagens e pesquisas mostrando Zuckerberg e outros funcionários da Meta discutindo o uso do Instagram e do Facebook por adolescentes e crianças.
Três altos executivos da Meta, questionava as restrições de idade "não aplicadas" pela empresa.
Tudo o que podemos", segundo o e-mail de Nick Clegg, que trabalhou como chefe de assuntos globais da Meta por vários anos, após ter sido parlamentar do Partido Liberal Democrata britânico e vice-primeiro-ministro do Reino Unido.
Relatório de pesquisa de 2019, realizado por uma empresa externa a pedido do Instagram, que constatou que adolescentes que usavam a plataforma se sentiam "viciados, apesar dos sentimentos que ela lhes causava", acrescentando que os usuários adolescentes tinham "uma narrativa de vício sobre o uso do Instagram".
Sentir mal, eles desejam poder se preocupar menos com isso", dizia o relatório.

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